
Escrever...
Incessantemente escrevo, escrevo sem parar
Deixo as minhas mãos assim num teclado vaguearem no ar
Engraçado relembrar como evoluçoes tecnológicas tais
De tão recentes e diferentes que são
Fazem-me entrar em devaneios, os quais
Recaem como seriam os grandes poetas do passado
Em vez de pena e papel na mão
Vissem assim as suas palavras virtualmente reflectidas e essas tais
Soltas num mundo sem controle levadas assim e conquistado
Outras realidades virtuais, outras ambientes
Plantado outras sementes
Caio em mim novamente
Ai este minha tola mente
Continuo a escrever
Deixo as palavras surgirem uma a uma nesta branca tela
Levanto-me, inpiro profundamente deixo a inpiraçao em mim surgir
Encho um copo com um doce licor na esperança va de ela me vir
Olho pela janela, alta vai a lua, cheia respladescendo toda a sua beleza
Dera a mim solta vaguear agora neste momento próxima da Natureza
Mas tudo o que posso fazer agora é acender esta vela
Sentir o licor aquecer-me o espirito irrequieto
Sento-me novamente já com o sangue enebriado
Já com o espirito rebelde e selvagem às regras do mundo natural
Liberto a visão, solto as palavras, os pensamento e tal qual
Gazela fugitiva eles voam insanos, espirito embriagado
E assim me deixo ficar em imagens pedidas de alguém mal amado
Recordo-me das palavras dos poetas já não mais entre os vivos
Percebo agora com o decorrer da vida a dor ou felicidade
De cada frase feita e sentimento transmitido
Diferente para todos os que nelas se deixam conquistar
E apenas quem as escreve sabe a verdade e assim lidos
Por terceiros há espaço para o sonho da mocidade
Da criança dentro de nós e perdido
Está já o espirito há muito vangueando neste mar
Que é a vida em cada respirar
Que é este momento em que a loucura pode livre estar...

0 Comentários:
Enviar um comentário
Subscrever Enviar comentários [Atom]
<< Página inicial